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NBAPrévia da temporada: Memphis Grizzlies

Memphis entrega a chave a Cedric Coward e torce para Zach Edey ficar em quadra

Memphis terminou 25-57 e deixou Jaren Jackson Jr. ir para Utah. Jerami Grant chega, 55% dos minutos permanecem e nosso modelo projeta cerca de 32 vitórias.

4 min de leitura

O Memphis Grizzlies está recomeçando sem dizer isso com todas as letras. Jaren Jackson Jr. foi para o Utah Jazz, Jerami Grant e Isaiah Stewart chegaram, e os jogadores que vão decidir o que este time vira são, na maioria, jogadores de perímetro que conquistaram seus minutos na última temporada. A pergunta para 2026-27 é se Cedric Coward e Cam Spencer conseguem transformar bons números de uma temporada ruim num time melhor.

A última temporada foi dura. Memphis terminou 25-57, ficou em 13º no Oeste e ficou fora dos playoffs, sofrendo 5,8 pontos a mais do que marcou a cada 100 posses. O elenco mudou o ano todo: Toby Okani, Lucas Williamson e Dariq Whitehead jogaram só um punhado de partidas, mas com muitos minutos nelas, que é exatamente o que faz um time tapando buracos.

Sai Jackson, entra Grant

Jackson é a perda que pesa. Ele jogou 45 partidas com 30,7 minutos e ficou acima da média (1,01) no nosso índice de impacto, que mede os pontos que um jogador acrescenta a cada 100 posses em relação a um jogador médio. Rayan Rupert foi para o Philadelphia 76ers depois de 16 jogos que deram errado (-4,55). No total, só 55% dos minutos da última temporada permanecem.

Grant é o reforço de destaque. Ele fez 18,6 pontos por noite pelo Portland Trail Blazers em 29,8 minutos e ficou um pouco acima da média (0,49). Kris Murray veio junto de Portland, bem na média (-0,03) em 23,5 minutos. Stewart chega do Detroit Pistons com 10 pontos e 5 rebotes em 22,7 minutos, e Quinten Post (Golden State Warriors, 7,7 pontos em 17,3 minutos) e Micah Peavy (New Orleans Pelicans) dão profundidade. Três calouros, Cameron Boozer, Karim Lopez e Carson Cooper, completam o grupo.

Um time para Coward crescer

A melhor notícia da última temporada é Coward. Ele teve médias de 13,6 pontos, 5,9 rebotes e 2,8 assistências em 25,8 minutos em 62 jogos, e ficou bem acima da média com 1,87, a melhor marca entre os jogadores do Grizzlies com papel completo. Um ala-armador que pega rebotes assim e vence seus minutos é alguém para construir em volta, e nesta temporada ele deve ter a chance.

Spencer foi a outra boa surpresa: 11,1 pontos e 5,6 assistências em 23,8 minutos em 72 jogos, e um 1,24. Ele é o mais perto que Memphis tem de um armador confiável, e com Grant tirando arremessos de todo mundo, ele e Coward devem achar arremessos mais limpos.

GG Jackson (12,7 pontos em 21,8 minutos) e Javon Small (9,9 pontos e 3,8 assistências) ficaram perto da média, com -0,2 e -0,12. Isso os torna peças úteis de rotação, não respostas, mas num elenco tão bagunçado, ser útil vale muito.

Duas amostras pequenas, dois números grandes

Os dois melhores índices do elenco são de jogadores que quase não jogaram. Ty Jerome apareceu em só 15 jogos, mas neles fez 19,7 pontos com 5,7 assistências em 22,7 minutos e ficou em 3,21. Zach Edey jogou só 11 partidas, com 13,6 pontos e 11,1 rebotes em 25,8 minutos, e um 2,87.

Amostras pequenas às vezes enganam, e Edey aparece como dúvida. Mas se qualquer um dos dois aguentar uma temporada inteira com algo perto desses números, Memphis é outro time. Edey, o único pivô de verdade deste grupo, ainda preencheria o espaço no garrafão que Jackson deixou.

As preocupações

Os minutos que doeram foram para o perímetro. Walter Clayton Jr. jogou 69 partidas com 20,5 minutos, 7,8 pontos e 4 assistências, e ficou bem abaixo da média (-2,98). Jaylen Wells jogou 26,4 minutos por noite e fez 12,5 pontos, mas também ficou abaixo da média (-1,57). Os dois continuam, e os dois vão disputar com os recém-chegados os mesmos minutos.

Os reforços não resolvem tudo. Stewart (-1,06) e Peavy (-1,74 em 14,9 minutos) ficaram abaixo da média na última temporada, e Peavy aparece como dúvida no relatório de lesões, junto com Edey e o calouro Lopez. Com tanta gente nova no elenco, pode levar um tempo até saber quem merece estar na rotação.

Resumindo

Nosso modelo de elencos coloca Memphis em 24º de 30 e projeta cerca de 32 vitórias, um passo modesto em relação à última temporada. Parece justo para um time em transição. Se Coward e Spencer crescerem em papéis maiores e Edey ficar em quadra, o Grizzlies pode superar isso. Se Clayton e Wells renderem como na última temporada e as amostras pequenas forem só isso, não.

Tudo começa em casa na quarta-feira, 21 de outubro, às 8:00 PM ET, contra o Utah Jazz, com Jackson no outro banco.

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Escrito com a ajuda de IA a partir de dados do Keel Stats e revisado por um editor antes da publicação.

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