Julius Randle dá um parceiro a Michael Porter Jr. e um caminho para cima ao Nets
Brooklyn terminou 20-62, trouxe Randle e deixou Nicolas Claxton e Cam Thomas saírem. Nosso modelo projeta cerca de 30 vitórias: ainda perto do fundo, mas um passo real.
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O Brooklyn Nets tem um plano que cabe numa frase: colocar Julius Randle ao lado de Michael Porter Jr. e deixar dois alas que sabem pontuar carregarem um elenco que não sabia. Randle chega do Minnesota Timberwolves, Nicolas Claxton e Cam Thomas saíram, e quase todo o resto fica. A pergunta para 2026-27 é se dois bons jogadores bastam para levar um time de 20 vitórias para perto do meio do Leste, ou só para tirá-lo do porão.
A última temporada foi longa. Brooklyn terminou 20-62, em 13º no Leste, fora dos playoffs, e sofreu 10,1 pontos a mais do que marcou a cada 100 posses. Porter foi o destaque de um time que teve poucos, e este verão trouxe ajuda para ele.
Dois alas, uma bola
Porter foi o melhor da última temporada. Ele fez 24,2 pontos por noite com 7,1 rebotes em 32,4 minutos em 52 jogos, e nosso índice de impacto, que conta os pontos a cada 100 posses que um jogador acrescenta em relação a um jogador médio, o colocou bem acima da média, com 1,89. Num time que perdeu tanto, não são pontos vazios.
Randle é o parceiro. Ele jogou 79 partidas pelo Minnesota, 33 minutos por noite, com 21,1 pontos, 6,7 rebotes e 5 assistências, e também ficou acima da média (1,49). São mais jogos do que qualquer outro deste elenco disputou, e suas 5 assistências superam as de qualquer um do grupo da última temporada. O encaixe vai dar trabalho, dois alas pontuadores com uma só bola, mas um time tão carente de criação aceita esse problema de bom grado.
O que saiu, e por que pode ajudar
As saídas parecem perdas na rotação e ganhos nos nossos números. Claxton, agora no Chicago Bulls, jogou 69 partidas com 27,8 minutos e ficou abaixo da média (-1,33). Cam Thomas jogou 24 partidas com 24,3 minutos e -2,51. Ziaire Williams, agora no Los Angeles Lakers, também ficou abaixo (-0,61 em 56 jogos), Malachi Smith, agora no Toronto Raptors, ficou bem na média (-0,1), e Trevon Scott jogou seis partidas.
Keon Ellis, que vem do Sacramento Kings, é o outro reforço que importa: 72 jogos com 20,5 minutos e um índice logo abaixo da média (-0,41). Moritz Wagner, do Orlando Magic, fez 6,9 pontos em 11,8 minutos por noite, mas seu -1,64 é um alerta. Brooklyn mantém 65% dos minutos da última temporada, então é um ajuste em torno de dois alas, não uma demolição.
O banco que funcionou
O melhor número do elenco é de um reserva. Day'Ron Sharpe jogou só 18,7 minutos por noite, mas seu 1,91 foi o mais alto deste grupo, um fio acima do de Porter, com 8,7 pontos e 6,7 rebotes em 62 jogos. Sem Claxton, os minutos no garrafão estão aí para ele pegar, e ele mereceu uma chance maior.
Josh Minott (1,07 em 17 minutos) e Chaney Johnson (1,03 em 17 jogos, com 8,2 pontos e 4,6 rebotes) também ficaram acima da média em papéis menores. Nenhum é garantia com mais minutos, mas Brooklyn teve poucos jogadores que ajudaram na última temporada, e esses ajudaram. Dar a eles os minutos que iam para Claxton e Thomas é o reforço mais barato disponível.
As preocupações
As preocupações estão nos jogadores que tiveram minutos de verdade e os devolveram. Drake Powell jogou 63 partidas com 21 minutos e ficou em -4,31, o pior deste grupo. Nolan Traoré não foi muito melhor, com -2,79, 8,9 pontos e 3,8 assistências em 22,3 minutos. Egor Demin (10,3 pontos em 25,1 minutos, -0,98) e Terance Mann (-0,67) ficaram mais perto da média, mas abaixo dela.
Noah Clowney é a outra dúvida. Ele jogou 66 partidas com 27 minutos, 12,3 pontos e 4,1 rebotes, mas ficou abaixo da média (-0,96). Com Randle e Porter ocupando os minutos de ala, o papel dele pode diminuir, e por esses números isso não faria mal. Dos três calouros, Dain Dainja, Mikel Brown Jr. e Joshua Jefferson, Brown aparece como dúvida no relatório de lesões.
Resumindo
Nosso modelo de elencos coloca Brooklyn em 28º de 30 e projeta cerca de 30 vitórias, um passo real em relação a 20, mas ainda perto do fundo, superado por 4,8 pontos a cada 100 posses no papel. Se Porter e Randle ficarem juntos em quadra, Sharpe ganhar mais minutos e os jogadores negativos menos, o Nets pode superar isso. Se Powell e Traoré tiverem de novo os mesmos minutos, não.
Tudo começa em casa na quarta-feira, 21 de outubro, às 7:30 PM ET, contra o Charlotte Hornets.
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Escrito com a ajuda de IA a partir de dados do Keel Stats e revisado por um editor antes da publicação.
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