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NBAPrévia da temporada: Dallas Mavericks

O Mavericks agora é de Cooper Flagg, e Kyrie Irving é o curinga

Dallas terminou 26-56 e se despediu de Anthony Davis e Klay Thompson. Irving está voltando, 62% dos minutos permanecem e nosso modelo projeta cerca de 32 vitórias.

4 min de leitura

O Dallas Mavericks agora é o time de Cooper Flagg, e o verão deixou isso oficial. Anthony Davis, Klay Thompson e Khris Middleton saíram, e o maior nome que volta é o de alguém que não jogou nada na última temporada: Kyrie Irving. A pergunta para 2026-27 é até onde Flagg consegue levar um elenco em transição, e quanta ajuda Irving pode dar quando estiver pronto.

A última temporada foi longa. Dallas terminou 26-56, ficou em 12º no Oeste e ficou fora dos playoffs, sofrendo 5,3 pontos a mais do que marcou a cada 100 posses. Davis jogou só 20 partidas, Irving nenhuma, e o que sobrou em quadra era curto demais para aguentar uma temporada inteira.

Adeus ao plano antigo

As saídas parecem o fim de uma era. Davis, agora no Washington Wizards, ainda era bom quando jogava e ficou acima da média (1,16), mas 20 jogos foi tudo o que Dallas teve. Middleton o seguiu para Washington depois de 29 jogos difíceis (-2,29). Thompson, agora no Miami Heat, jogou 69 partidas com 21,7 minutos, mas ficou abaixo da média (-1,11). Brandon Williams foi para o Golden State Warriors e Marvin Bagley III para o Denver Nuggets. No total, só 62% dos minutos da última temporada permanecem.

Os reforços têm nomes menores. Santi Aldama, vindo do Memphis Grizzlies, é o mais útil: 14 pontos e 6,7 rebotes em 27,8 minutos, acima da média (0,7). Zaccharie Risacher chega do Atlanta Hawks depois de 67 jogos com 9,6 pontos e um índice abaixo da média (-1,34). Marcus Sasser (Detroit Pistons, 0,44 em 12 minutos) e Jett Howard (Orlando Magic) completam a rotação do perímetro, e três calouros chegam junto: Morez Johnson, Sergio De Larrea e Tobi Lawal.

Flagg em primeiro lugar

Flagg fez o que se espera de um jogador franquia. Jogou 70 partidas com 33,5 minutos e teve médias de 21 pontos, 6,7 rebotes e 4,5 assistências, liderando o elenco em pontos e assistências. Nosso índice de impacto, que mede os pontos que um jogador acrescenta a cada 100 posses em relação a um jogador médio, o colocou acima da média, com 0,85. É bom, ainda não excelente, e a distância entre essas duas palavras é o assunto desta temporada.

Naji Marshall foi o parceiro mais confiável: 74 jogos, 15,2 pontos em 29,5 minutos e um 0,79 que mostra que a produção era real. P.J. Washington deu a Dallas 14,2 pontos e 7 rebotes em 30,9 minutos, embora seu índice tenha caído abaixo da média (-0,84).

A força silenciosa está no garrafão. Daniel Gafford (9,5 pontos e 6,9 rebotes em 21,7 minutos) e Dwight Powell (14,6 minutos por noite) ficaram ambos em 0,96, e Moussa Cisse somou 0,88 com 5,8 rebotes em 14,4 minutos. Nenhum deles é estrela, mas os reservas do garrafão foram uma das poucas coisas que funcionaram na última temporada.

A questão Kyrie

Irving é a peça que decide. Em 2024-25, sua última temporada em quadra, ele teve médias de 24,7 pontos, 4,8 rebotes e 4,6 assistências em 36 minutos em 50 jogos, e seu índice de 3,24 é maior que o de qualquer um do elenco da última temporada. No papel, é o melhor jogador que Dallas tem.

Ele aparece como dúvida, então a data está em aberto. Mas um Irving saudável ao lado de Flagg pode mudar este time mais do que qualquer movimento do verão: a carga de pontos é dividida e Flagg ganha um parceiro capaz de tirar algo de uma jogada quebrada. Também muda o trabalho de Flagg, que deixa de fazer tudo para fazer o que faz de melhor.

As preocupações

O perímetro nos preocupa. Max Christie jogou mais partidas que qualquer um, 77 com 29,1 minutos, e marcou 12,3 pontos, mas ficou abaixo da média (-1,27). Risacher, com -1,34, não resolve isso à primeira vista, e Howard (-2,36 em 12,7 minutos) é difícil de contar. Sem Irving de volta, muitos minutos nas alas vão para jogadores que ficaram abaixo da média.

O relatório de lesões também está cheio. Aldama, Irving, Dereck Lively II e o calouro Morez Johnson aparecem como dúvida. São quatro jogadores com situação indefinida antes do primeiro jogo, e sem Davis, a profundidade no garrafão que parece suficiente no papel pode ficar curta rapidinho.

Resumindo

Nosso modelo de elencos coloca Dallas em 25º de 30 e projeta cerca de 32 vitórias, um passo modesto em relação à última temporada. Ele é feito com a última temporada, então não consegue dar crédito a Irving por um ano que ele não jogou. Se ele voltar perto do nível de 2024-25 e Flagg der o próximo passo, o Mavericks pode superar esse número. Se a lista de lesões se arrastar e Christie e Risacher jogarem muitos minutos no nível antigo, cerca de 32 vitórias pode até ser generoso.

Tudo começa na quarta-feira, 21 de outubro, às 8:30 PM ET, em Houston contra o Rockets.

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Escrito com a ajuda de IA a partir de dados do Keel Stats e revisado por um editor antes da publicação.

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